E-Nation

e-nation

Para quem ama música eletrônica, vem aí um evento que promete mexer com essa galera, é a E-nation Brasil Music Festival. A festa acontece no dia 28 de Agosto, no Centro de Convenções.

Na linup, djs alemães, holandês e tops brasileiros. O evento ainda contará com o camarote Prime Area E-nation com o serviço all included para ninguém botar defeito.

Abaixo segue a linup do evento e para quem não conhece o som da galera, segue o link do site para vocês ficarem sabendo um pouco mais sobre o trabalho de cada um deles.

- Dash Berlin (Holanda)

www.dashberlin.com

- Kyau&Albert (Alemanha)

www.kyauandalbert.com

-Felguk(Brasil)

www.myspace.com/felguk

- Danilo Ercole

www.myspace.com/daniloercole

- Rodrigo Guerra

www.djrodrigoguerra.com.br

- Elias Cabuzz

www.myspace.com/djeliascabuzz

- Thales Hill

www.myspace.com/thaleshill

- Leo B

www.leob.com.br

- Bruno Marques

www.myspace.com/djbrunomarques

- Georg

www.myspace.com/gerogdj

- Rodrigo Ilino

www.myspace.com/rodrigoilino

- Romero

www.myspace.com/dj_romero

- Caverna

www.djcaverna.com.br

- Only 2 Brothers

www.myspace.com/only2brothers

- Harry

Ingressos

Pista R$40,00

Camarote Prime Area E-Nation Feminino R$140,00

Camarote Prime Area E-Nation Masculino R$160,00

À venda na Chilli Beans de Recife, Caruaru, Campina Grande, Maceió e João Pessoa.

Vendas também no site http://enationfestival.showdeingressos.com.br

Centro de Convenções

Av. Agamenon Magalhães, s/n, Complexo de Salgadinho

Informações www.enationfestival.com.br

Corolla – Comercial muito bem bolado!


Seu seguro cobre isso?

Alguém vai ter muito trabalho pra explicar isso na seguradora.

E agora? como explica uma coisa dessas?


Chefe estressado e empregado revoltado

O perigo de deixar os empregados revoltados…


Haa Marvada!


Pior escanteio da história do futebol brasileiro!!!

Será que a bandeirinha teve alguma coisa a ver com isso?

Tem marido safado quem pode

Sensacional…


A nossa praia é limpa

Greenpeace foi à orla de Salvador, Recife e Rio de Janeiro pintado de negro para fazer um alerta dos perigos da exploração de petróleo em alto-mar.

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Em Copacabana, ativistas protestaram em favor da energia limpa e renovável, contra os perigos da exploração de petróleo em alto-mar. Francisco Cesar/Greenpeace

Ativistas com os corpos cobertos por uma pasta negra que simula petróleo percorreram a orla das três capitais. O gesto é simbólico, mas representa o perigo real de acidentes envolvendo plataformas de petróleo em águas profundas.

O protesto lembra o vazamento de um poço da empresa BP no Golfo do México (EUA) em abril, que deflagrou o maior desastre ambiental da história do país: a liberação do equivalente a cinco milhões de barris de petróleo no mar, paralisando a pesca e o turismo no litoral de quatro estados americanos e causando danos ainda incalculáveis a ecossistemas costeiros e marinhos na região.

Problemas de segurança não se restringem a exemplos internacionais. No Brasil, ao contrário do que alega a Petrobras, faltam condições de segurança e operacionais para exploração em alto-mar. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) acaba de interditar as operações da plataforma P33, no Campo de Marlim, Bacia de Campos (RJ). Desde março, funcionários denunciam as más condições da plataforma, que sofreu uma explosão, sem feridos, no dia 14 de julho. Ela está enferrujada, com tubulações corroídas e estruturas de proteção danificadas.

Por isso, o Greenpeace vê como retrocesso o investimento feito pelo governo brasileiro no pré-sal. “Há desafios técnicos de extrema complexidade que dificultam a segurança da exploração do pré-sal, como a grande distância da costa e a profundidade de mais de 5 mil metros. Além do mais, se forem totalmente exploradas, as reservas podem emitir até 56 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera, consolidando a presença do país entre os maiores responsáveis pelo aquecimento global”, diz Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Energia.

“A melhor maneira de evitar os riscos é pensar desde já na transição da matriz energética, de uma fonte de energia cada vez mais arriscada, finita e suja, para as renováveis como solar e eólica e biomassa, amplamente disponíveis na natureza e que não dependem de extração”, complementa Baitelo.

No Rio de Janeiro, apesar do frio atípico, a atividade reuniu trinta voluntários, entre pintados de ‘óleo’ e fantasiados de animais marinhos e chamou a atenção de quem passava na calçada de Copacabana. Sidney Brito Gusmão, colaborador do Greenpeace há dois anos, marcou presença: “O importante é chamar atenção para os riscos, pois a maioria desconhece”, disse. A manifestação aconteceu também nas praias de Boa Viagem, Recife e Porto da Barra, Salvador.

Apresentações

Oi meu nome e Daniel,tenho 13 anos,sou dono do brog do fundão e estarei postando no pernambucanidade,agradeço pela compreensão,até o proximo post.